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UM LONGA-METRAGEM ESCRITO POR EDUARDO MONTEIRO

“Em algum lugar, alguma coisa incrível está esperando para ser descoberta.”

Carl Sagan

ARGUMENTO NARRATIVO

Luz é a história de um homem em crise que viaja ao Deserto do Atacama para atravessar o seu próprio deserto interior. Ele chega cheio de perguntas e logo se vê dentro de uma pequena van com desconhecidos. Pessoas imperfeitas, intensas e profundamente humanas. Entre elas, um guia turístico muito especial e um casal chileno que ilumina a viagem de forma suave e transformadora.

 

É um road movie que mistura filosofia e humor, delicadeza e caos, riso e reflexão. Um filme que transita com naturalidade entre música, poesia e filosofia. Rainer Maria Rilke ao lado de Phil Collins. Leonard Cohen caminhando com Carl Sagan. Pablo Neruda sussurrando poesias e Lucian Balga fazendo perguntas a uma paisagem que parece respirar com o tempo.

 

É também uma crítica ao mundo em que vivemos hoje. Um tempo moldado por telas infinitas, ruído constante, narcisismo e uma crescente incapacidade de conexão. O filme aborda esses temas com delicadeza, contrastando a velocidade da vida moderna com o silêncio e a presença do deserto.

 

Em sua essência, Luz fala sobre atenção. Sobre como enxergar genuinamente o outro pode mudar tudo. Sobre encontros inesperados que surgem sem aviso. Sobre a beleza de ser tocado por alguém que experimenta o mundo de uma forma diferente. E também sobre uma revelação.

 

Ao final da jornada, Eduardo descobre que seu xará, o amigo chileno que parecia enxergá-lo com mais clareza do que qualquer outra pessoa, é cego. E que a profunda conexão entre eles só existe porque ele e Luz, sua esposa, vivem a vida através de um código especial. Uma linguagem sensorial e amorosa feita de discrição, paciência e presença. Um tipo de luz que não vem dos olhos.

 

Luz é uma travessia. Uma jornada simples e profunda. Um lembrete de que ninguém atravessa seus próprios desertos sozinho. E de que, mesmo na escuridão, sempre há algo nos chamando adiante.

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SLOGAN DO FILME

O que vemos nunca é tudo.

LOGLINE

Após perder o emprego e o relacionamento, um homem em meio a uma crise de identidade viaja sozinho ao Deserto do Atacama em busca de clareza e respostas.

 

Entre desconhecidos e um casal chileno singular, ele descobre que aquilo que mais importa muitas vezes está além do olhar.

SINOPSE

Após perder o emprego e o relacionamento, um homem brasileiro em meio a uma crise de identidade parte sozinho rumo ao Deserto do Atacama, em busca de silêncio, estrelas e uma saída para sua angústia silenciosa.

Um início desastroso - voo perdido, bagagem extraviada e celular queimado - marca o começo de uma viagem na qual ele se junta a um improvável grupo de viajantes e a um casal chileno cuja ligação transformará a forma como ele passa a enxergar a vida.

 

Entre paisagens surreais, humor fora de tom e momentos de ternura inesperada, o que começa como uma fuga aos poucos se transforma em uma jornada de conexão, contemplação e autodescoberta com um final surpreendente.

TEMA CENTRAL

Por meio do silêncio, da contemplação e de encontros inesperados, o protagonista aprende a suavizar o próprio ego e a acolher a beleza frágil da conexão humana.

 

Uma meditação sobre amor, perda e aquilo que nem sempre conseguimos ver com os olhos. Um lembrete de que, às vezes, é preciso perder para voltar a sentir.

ARQUITETURA NARRATIVA

O roteiro de LUZ é construído sobre sólidos princípios narrativos e um estilo de escrita profundamente pessoal, que valoriza a sutileza, a poesia visual e a precisão emocional.

 

Cada cena, gesto e imagem cumpre uma função dramática clara dentro dos arcos emocionais dos personagens. Elementos como o vulcão Licancabur, o binóculo de Eduardo, a estrela Antares, a Rádio Wow e a misteriosa velha andina não são meros detalhes estéticos; cada um carrega um peso simbólico na jornada interior do protagonista e na transformação dos demais.

 

A narrativa confia na sensibilidade do público, em vez de explicar. Convida o espectador a sentir e descobrir por meio de sensações, ecos visuais e metáforas silenciosas.

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REFERÊNCIAS ARTÍSTICAS

As referências que ajudaram a moldar LUZ combinam paixões pessoais, pesquisa aprofundada, delicadeza visual e emoções profundamente íntimas.

 

A estética do filme dialoga com obras sensíveis que tratam o tempo, o silêncio e o diálogo inteligente como elementos essenciais da narrativa. Filmes como Paris, Texas, Y Tu Mamá También, O Escafandro e a Borboleta, Diários de Motocicleta, Incêndios, Roma, A Partida, Uma Vida Oculta, Invisible, Nomadland, Sideways e Cinema, Aspirinas e Urubus, entre outros, servem como inspiração.

 

Na música, as referências vêm de compositores como Jóhann Jóhannsson, Brian Eno, Jean-Michel Jarre, Ólafur Arnalds e Max Richter, capazes de traduzir em som a imensidão do deserto e as profundezas da alma.

 

As raízes culturais chilenas aparecem nas vozes de Inti-Illimani, Violeta Parra, La Noche, Zalo Reyes e Fernando Milagros, criando uma ponte entre a paisagem do Atacama e as memórias emocionais dos personagens.

 

Há também a presença fresca de Bratty, Gepe, Tom Bernardes e Nick Mulvey, cujas músicas respiram junto com a história, ao lado de aparições nostálgicas de Madonna e Phil Collins. Baladas melodramáticas dos anos 1980 acrescentam profundidade e humor inesperados, ecoando pela fictícia Rádio Wow Atacama 103.3, elemento sonoro recorrente no universo do filme.

 

Visualmente, LUZ se mantém natural e honesto, com luz solar real, os sons autênticos do deserto e enquadramentos que acolhem o silêncio, o vazio e a atmosfera singular da natureza local. Esses elementos reforçam a dimensão sensorial, existencial e profundamente humana do filme.

HUMOR, SIMBOLISMO E CAMADAS OCULTAS

Ao longo da narrativa, LUZ costura momentos delicados de humor e significado que aprofundam a conexão do público com os personagens à medida que a jornada avança.

 

A obsessão de Mario por Phil Collins, os encontros recorrentes de Eduardo com o enigmático flautista de rua e a constante distração de Tyler ao conversar com Seung introduzem leveza e intimidade sem romper o tom lírico do filme.

 

Ao mesmo tempo, a história é rica em camadas ocultas. Sutis easter eggs visuais e narrativos fazem referência à filosofia, à astronomia e à cultura pop contemporânea. Esses elementos discretos convidam o espectador atento a ler nas entrelinhas, acrescentando profundidade e ressonância sem comprometer a delicadeza emocional da obra.

FILOSOFIA, ASTRONOMIA
E CONDIÇÃO HUMANA

LUZ propõe uma crítica sutil à sociedade contemporânea, não por meio do confronto, mas pelo contraste silencioso, tocando em temas como narcisismo, vaidade, egocentrismo, aceleração incessante e as pressões da autoexigência.

 

À medida que os personagens abandonam suas performances digitais e se entregam ao silêncio do deserto, ecos de quatro pensadores que pessoalmente admiro começam a emergir:

•   Lucian Blaga (incompreensão)
•   Byung-Chul Han (egocentrismo)
•   Rainer Maria Rilke (interioridade)
•   Yukio Mishima (impermanência)

 

O roteiro foi cuidadosamente escrito para entrelaçar de forma delicada suas ideias centrais: o mistério do que permanece oculto, o esvaziamento do ego, a força e o valor da presença artística e a beleza transitória da existência.

 

A narrativa também carrega um eco de astronomia como instrumento de reflexão, tocada pela visão poética de Carl Sagan, abrindo espaço para a humildade diante do infinito e para a ternura em relação à brevidade de nossas vidas.

 

Essas reflexões não surgem como referências diretas, mas como uma brisa filosófica silenciosa que atravessa o filme, moldando de maneira sutil sua atmosfera emocional e existencial.

“Algum dia, em algum lugar, inevitavelmente, te encontrarás a ti mesmo.

E essa, apenas essa, poderá ser a mais feliz ou a mais amarga de tuas horas.”

Pablo Neruda

TONS E GÊNEROS

O tom predominante do filme é poético e contemplativo. De espírito melancólico, com elementos de crítica social e toques de humor ácido. Sensível em sua abordagem, a narrativa privilegia a contenção emocional e uma estética minimalista, marcada por uma lírica visual inspirada em Terrence Malick, Alfonso Cuarón, Wim Wenders, Hirokazu Koreeda e nos cineastas chilenos Pablo Larraín e Andrés Wood.

 

Seus gêneros se mesclam tendo como base o drama existencial. O filme se desenvolve como um road movie emocional, centrado na jornada e na transformação dos personagens, ao mesmo tempo em que incorpora uma comédia humana sutil por meio de gags e figuras excêntricas.

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PÚBLICO E APELO UNIVERSAL

LUZ é um filme para todos que já se sentiram pequenos ou perdidos diante do mundo. Dialoga com um público adulto e sensível, sem elitismo. Com homens e mulheres de todas as idades que valorizam histórias genuínas, com personagens que refletem quem todos nós somos: melancólicos, impacientes, amorosos, engraçados, inseguros, irônicos e, acima de tudo, humanos.

 

O filme ressoa naturalmente junto ao público de festivais, mas também alcança um espectador mais amplo e curioso, inclusive aqueles que talvez não percebam todas as metáforas. E tudo bem. LUZ também sorri para quem simplesmente deseja sentir.

 

É um filme para quem gosta de rir e se emocionar. Para aqueles que já atravessaram, ou ainda atravessam, seus próprios desertos pessoais e conseguem reconhecer a grandeza da vida em encontros pequenos e improváveis.

 

É para quem busca um cinema com alma. Sem intenção de impressionar, mas com toda a intenção de tocar.

 

Para quem valoriza um roteiro honesto, que surpreende com delicadeza e nos lembra que a vida pode, sim, ser mais leve. Com mais aceitação e menos pressão imposta por nós mesmos.

“E no meio do inverno, finalmente descobri que havia em mim um verão invencível.”

Albert Camus

PERSONAGENS

A construção dos arcos dos personagens em LUZ segue uma lógica clássica de transformação; discreta, porém profundamente humana.

 

Cada personagem atravessa uma jornada emocional que se revela não por declarações explícitas, mas por silêncios, gestos e escolhas sutis que definem quem são.

 

Por trás da leveza de certos momentos existe uma estrutura cuidadosamente elaborada, que conduz o público por camadas de emoção, crescimento, perda, esperança e reconexão.

 

A arquitetura dramática do filme se apoia em princípios narrativos consagrados, mas busca permanecer espontânea e orgânica, como a própria vida.

 

Os personagens mudam em silêncio. O filme aposta na sutileza e confia na sensibilidade do espectador para perceber essas transformações.

Estas são as pessoas que compartilham a estrada e transformam uma jornada simples em uma comovente história:

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EDUARDO MONTEIRO

Depois de perder quase tudo, o protagonista descobre que, às vezes, são estranhos que nos mostram quem realmente somos.

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LUZ

Com um jeito sutil e carinhoso de amar e cuidar, Luz vê nas pessoas o que poucos corações conseguem enxergar.

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TUTI (ANA REEVES)

Com humor ácido e pouca paciência, Tuti carrega a experiência de uma vida cheia de histórias não contadas e muita malícia.

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TYLER

Espontâneo e sem-noção, conversa sobre tudo com absoluta certeza. Até mesmo sobre aquilo que não faz nenhuma ideia.

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MAJA

Uma Dinamarquesa tentando de afastar do seu passado, buscando no deserto uma forma de reaprender a viver.

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FERNANDO

Um músico de rua provocador que conhece a cultura local como poucos e a compartilha de um jeito único.

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EDUARDO MUÑOZ

O homem que atravessa um deserto pessoal com dignidade e força inspiradoras. Um farol tranquilo na imensidão do lugar.

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MARIO (DAMIÁN DELGADO)

Vinte e três anos dirigindo pelas estradas do Atacama com um coração enorme e um tipo de sabedoria muito encantador.

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BIA (EVELYN CASTRO)

Uma brasileira com um sorriso radiante e uma forma única e divertida de encantar todos ao seu redor.

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SARAH

Uma mulher rígida e ansiosa cuja tensão esconde uma dor íntima que ela se recusa a enfrentar.

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SEUNG

Quieto e observador, Seung prefere enxergar o mundo através das lentes de sua inseparável câmera.

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YOUTUBERS

Personagens que representam a superficialidade do mundo em que vivemos, onde a aparência muitas vezes esconde a realidade.

MENSAGEM DO FILME

LUZ é um lembrete gentil de que a vida é breve,

e bela exatamente por isso.

 

De que somos quase insignificantes sob a imensidão do cosmos, meros passageiros de um instante efêmero e, ainda assim, capazes de deixar rastros de ternura por onde passamos.

 

O filme nos convida a olhar com atenção para os pequenos detalhes: gestos visíveis e invisíveis, conexões inesperadas e a beleza sutil daquilo que dá sentido à existência. Ele nos chama a perdoar, a rir, a acolher a imperfeição nas coisas e, sobretudo, em nós mesmos.

 

Ao final, quando descobrimos ao lado do protagonista a força silenciosa de Eduardo Muñoz, que experimenta a vida através de um estreito feixe de luz, percebemos que as dores que carregamos muitas vezes são menores do que imaginávamos.

 

E então, compreendemos…

 

O que vemos nunca é tudo.

STRUCTURE AND STORY MAP

Act 1: The Weight of the Luggage

Block 1: A DISASTROUS START

• Scene 01 - Security Point

• Scene 02 - I Was Just Thinking About Something

• Scene 03 - Visible Effects in 4 Minutes

• Scene 04 - Reflections

• Scene 05 - Maleta Amarilla

• Scene 06 - Bag of Chips

• Scene 07 - El Guardián del Pueblo

• Scene 08 - The Room

• Scene 09 - The Yellow Poncho

• Scene 10 - It Works

• Scene 11 - Qurintucha

• Scene 12 - El Cielo Más Claro del Mundo

• Scene 13 - Sharp Snap

• Scene 14 - Scream

• Scene 15 - The Mysterious Figure

Block 2: WHO ARE THESE PEOPLE?

• Scene 16 - Tengo Un AirTag

• Scene 17 - Sólo Abren a las 10

• Scene 18 - Mário Atacama Premium

• Scene 19 - I Got It, Thank You

• Scene 20 - Call the Paparazzo

• Scene 21 - Phil Collins

• Scene 22 - Andean-Romantic Sanctuary

• Scene 23 - Tocayos

• Scene 24 - Esta Es el Alma de Atacama

• Scene 25 - Tuti con T

• Scene 26 - Muddy Water

• Scene 27 - Loneliness

• Scene 28 - The Myth of Perfect Love

• Scene 29 - She's a Capricorn

• Scene 30 - The Mysterious Figure Again

Act 2: Silent Transformations

Block 3: BONDS, SILENCES AND A SPECIAL PAIR

• Scene 31 - On the Way to the Geysers

• Scene 32 - Wild Atmosphere

• Scene 33 - Let's go, Edu, let's go!

• Scene 34 - Put the Phone Down, Bia

• Scene 35 - Chaski Sonqo

• Scene 36 - Indian Rock

• Scene 37 - Encarna al Neruda

• Scene 38 - T de Traigo Buenas Noticias

• Scene 39 - Ahora No Vas a Parar?

• Scene 40 - Under Pressure PLOT POINT 1

• Scene 41 - Too Much Pisco Sour

• Scene 42 - Don't Let Me Out of Here

Block 4: THE DESERT MIRROR

• Scene 43 - A Lagoon for the Morning After

• Scene 44 - Lagunas Escondidas

• Scene 45 - Promise of Silence

• Scene 46 - Maybe That's What Life Is All About

• Scene 47 - Returning to San Pedro

• Scene 48 - Pachamama

• Scene 49 - Silence

• Scene 50 - You Are More Than Welcome to Try

Block 5: FAREWELLS AND SURPRISES

• Scene 51 - Thanks, Atacama

• Scene 52 - Hijo de Puta

• Scene 53 - They Are About to Close the Gate

• Scene 54 - Que Alegria Te Ver Aqui, Meu Filho

Act 3: Eduardo, Eduardo & Luz

Block 6: EPILOGUE

• Scene 55 - Bienvenido, Tocayo

• Scene 56 - 4 Seconds That Changed Everything PLOT POINT 2

• Scene 57 - Eduardo

• Scene 58 - Eduardo & Luz

• Scene 59 - Closing Text

• Scene 60 - Title Cards

FICHA TÉCNICA

VISÃO GERAL DO PROJETO

• Título original: LUZ

• Gênero: Drama poético / Road movie

• Estimativa de duração: 120 minutos

• Formato: Longa-metragem / Cor / Digital

• País de origem: Brasil / Chile

• Idiomas: Português / Espanhol / Inglês

• Status: Em desenvolvimento

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LOCAÇÕES

• Brasil: Abertura / Cenas no aeroporto

• Santiago, Chile: Cenas urbanas / Flashbacks / Apartamento de Luz and Eduardo

• Deserto do Atacama, Chile: San Pedro de Atacama e região

INFORMAÇÕES DO ROTEIRO

• Software: Final Draft 13

• Páginas: 130 páginas

• Idioma: Escrito em Português (Disponível em Inglês e Espanhol)

• Registro EUA: WGAW #2307192

• Registro Brasil: Biblioteca Nacional #000984.0313143/2025

• Versão final: LUZ V.27 (revisada)

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CRÉDITOS

• Autor (Roteiro original): Eduardo Monteiro

• Diretor: [não definido]

• Co-diretor: Eduardo Coelho

• Diretor de Fotografia: [não definido]

• Edição: [não definido]

• Produtor Executivo: [não definido]

• Produtor Associado: [não definido]

• Design de Som: [não definido]

• Produção e Direção de Arte: [não definido]

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